Prefeitura apresenta LDO com montante “tesão de grande”; foco é pavimentação, saúde e educação para ninguém ficar reclamando do “nhaca” no meio do sinaleiro.

Se você achava que a sua conta de luz estava vindo salgada, espere para ver os números da capital. A Prefeitura de Curitiba resolveu abrir o guarda-chuva — não porque está chuviscando, mas porque vai chover dinheiro, ou pelo menos é o que diz a proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). A previsão é de R$ 16,39 bilhões para 2027. É tanto zero que dá até uma gastura na vista de quem tenta somar tudo no papel de pão.

O anúncio foi feito pelo diretor de Orçamento, Carlos Eduardo Kukolj, em uma audiência online nesta terça-feira (12). O valor é o maior da história da cidade, superando em 6,3% o orçamento de 2026. É, piazada, o “caixa” da República de Curitiba está mais cheio que o biarticulado às seis da tarde na Praça Rui Barbosa.

Onde vai parar esse banzé de dinheiro?

Para quem fica preocupado se o dinheiro vai virar só “poeira e calçada”, a promessa é de R$ 1,69 bilhão em investimentos diretos. O objetivo é dar uma geral na cidade:

  • Asfalto novo e drenagem: Pra acabar com aquele banhado que vira a rua quando cai um toró;

  • Saúde e Educação: As duas áreas juntas levam quase metade do “pinhão” (mais de 42% do orçamento);

  • Inter II e Linha Verde: As obras que nunca acabam — ou melhor, que agora prometem ganhar um fôlego novo para a alegria do curitibano que não aguenta mais desvio.

“A ideia é investir em tudo que o povo pediu no ‘Fala Curitiba’. Se prometeram iluminação e segurança, é bom que a Guarda Municipal esteja tinindo e os postes não fiquem só no migué.”

De onde vem a verba?

Curitiba continua sendo aquele piá independente que não gosta de pedir emprestado pros outros. Quase 60% da grana vem de recursos próprios (impostos e taxas que a gente paga sem chorar, ou chorando um pouquinho). O resto vem da União e do Estado, mas a maior parte é “da casa” mesmo.

A proposta agora segue para a Câmara Municipal até sexta-feira (15). Lá, os vereadores vão analisar se a conta fecha ou se tem muita polaquice no meio do texto. Eles têm até o fim do semestre para dar o carimbo final.

No fim das contas, com uma inflação prevista de 3,83% e juros ainda altos, o curitibano espera que esse orçamento recorde não fique só na promessa de “viva a conta”. Afinal, R$ 16 bilhões é dinheiro que não acaba mais, e o cidadão quer ver o resultado é no asfalto e no postinho de saúde, sem mofo e sem demora!

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