Cascavel aprova “esticadinha” nos mandatos escolares
Em audiência pública cheia de gente “ponta firme”, comunidade decide que diretores agora ficam três anos no comando; mudança quer evitar que projetos pedagógicos fiquem “pela metade”

Se você achava que a vida de diretor de escola em Cascavel era um “vapt-vupt”, pode tirar o cavalinho da chuva. Em uma audiência pública realizada na noite desta terça-feira (5), a piazada da Educação e os pais de alunos decidiram que dois anos era muito pouco tempo para dar conta de tanto “furdunço” administrativo. O veredito? O mandato agora vai durar três anos.
A reunião no auditório da Prefeitura reuniu professores, servidores e representantes de APPs que não quiseram saber de “mancada” e participaram em peso. A proposta altera a Lei Municipal nº 7.410/2022 e a ideia é dar um fôlego extra para quem está no comando das escolas e Cmeis. Afinal, entre organizar a merenda e cuidar do aprendizado, o tempo voa mais que notícia ruim!
A secretária de Educação, Gislaine Buraki de Andrade, explicou que a mudança não é pra beneficiar quem já está sentado na cadeira hoje — os mandatos atuais seguem do jeito que estão. A “esticadinha” vale para os próximos processos de escolha. O objetivo é garantir que os planos pedagógicos não fiquem “capengas” e tenham continuidade, dando mais estabilidade para a gestão escolar.
Escuta “ao vivaço”
O encontro foi o ponto alto de um processo de escuta que já vinha acontecendo em consultas públicas. Cascavel mostrou que, quando o assunto é educação, o povo gosta de dar palpite e participar “de verdade”. Agora, o texto segue para a Câmara de Vereadores, onde os parlamentares vão dar o “carimbo” final na alteração da lei.
Com um ano a mais de mandato, a expectativa é que a gestão democrática em Cascavel fique mais firme que palanque em banhado, garantindo que as escolas funcionem como um relógio e a educação dos nossos pequenos continue sendo “top de linha”.



