Piazada do Sudoeste no topo: Duda Gomes vai “dar um olé” em Paris e Londres
Aos 13 anos, a piá de Palmas despacha as rivais, vira sensação no saibro e se prepara para o saibro de Roland Garros e a grama de Wimbledon. É de cair os butiá do bolso!

Quem vê a Eduarda Gomes, a nossa Duda, toda faceira com a raquete na mão, não imagina que a guria de Palmas, lá no Sudoeste do Paraná, tá prestes a virar o bicho no cenário mundial. Com apenas 13 anos — uma piazada ainda, convenhamos — a guria carimbou o passaporte para nada menos que Roland Garros e Wimbledon em 2026. É pra deixar qualquer marmanjo ficando bobo.
A trajetória da Duda é daquelas de tirar o chapéu (ou a japona, se estiver em Curitiba). Ela começou a bater bola com 7 anos, de vagarzinho, uma horinha por semana, só pra não dizer que não jogava. Mas a genética ali é forte: tio, avô e mãe já eram do ramo. O que era só uma recreaçãozinha virou coisa séria e, hoje, a guria treina que é um absurdo.
De Palmas para o Mundo (Sem migué!)
Não pense que foi moleza. O pai dela, o Sullevan, conta que pra conseguir adversário à altura, a família teve que vazar de Palmas direto pros torneios, rodando quase 40 semanas por ano na estrada. É muito asfalto, tesão de piazada!
A grande surpresa veio em São Paulo, quando a Duda — que é a caçulinha da turma — ganhou o Roland Garros Junior Series. Ela foi a campeã mais nova da história do torneio, deixando muita gente com a cara no chão. Agora, a logística da família tá mais apertada que ônibus no terminal em horário de pico, organizando a ida pra Europa.
O “Rolê” Europeu
A agenda da Duda tá mais concorrida que promoção de pinhão no inverno:
-
Maio: Partiu Paris para o saibro de Roland Garros.
-
Julho: Londres, pra jogar na grama de Wimbledon (chique demais, né?).
“Foi uma grata surpresa”, diz o pai. A Duda, que é fã do espanhol Carlos Alcaraz, agora vai dividir o mesmo ar que os gigantes do tênis. Imagine só o furdunço que vai ser ver essa paranaense dando trabalho pras gringas!
Paraná: O “Celeiro” das Raquetes
O professor Roland Santos, que já treinou muita gente boa de bola, garante que o Paraná virou um verdadeiro celeiro de talentos. Além da Duda, o estado já exportou talentos como a Flávia Cherobim e o João Bonini.
A Federação Paranaense de Tênis tá fazendo um trabalho caprichado, organizando torneios em todo o estado e fomentando a piazada com o apoio do governo (Programas Geração Olímpica e Proesporte). O resultado? Atletas que não têm medo de cara feia e que, como a Duda, mostram que o Paraná não é só frio e agro, é esporte de elite também!
Agora é ficar na torcida e esperar que a Duda traga o caneco. Se ela jogar metade do que tá prometendo, as adversárias vão sair de quadra chorando as pitangas enquanto a nossa paranaense brilha no Velho Continente. Boa sorte, guria!



