Depois de dar um “vrau” de 4 a 0 no Guarany lá em Bagé, o Cascavel volta pro Olímpico de olho na classificação antecipada da Série D
Foto: Diovulgação/FC Cascavel

Se o torcedor do Cascavel não tá faceiro igual pinto no lixo, ele tá torcendo errado! Neste domingo (31), às 16h, a Serpente Aurinegra entra em campo no Estádio Olímpico Regional para encarar o São Luiz, pela 9ª rodada da Série D do Brasileirão. E ó, o negócio é o seguinte: se ganhar, a piazada já pode carimbar o passaporte para a próxima fase sem precisar fazer conta de chegar.

O time chega como? Embaladíssimo! Na última rodada, os piás foram até o Rio Grande do Sul e deram uma surra de criar bicho no Guarany de Bagé: 4 a 0, sem choro nem vela. O time gaúcho tentou jogar no corpo, mas ficou no cheiro. Pra ajudar, eles tiveram dois expulsos — os caras tavam mais perdidos que cachorro em mudança. Aí ficou fácil pro atacante Zé Carlos, que tava inspirado, mandou um hat-trick (três gols, pro vivente que não fala inglês) e o Galdino fechou o caixão com um chutaço.

Preparação no capricho e os “reforços” da área

Depois de andar mais que notícia ruim na viagem de volta, o elenco se reapresentou na terça-feira no CT. O técnico César Bueno passou cinco dias moendo a piazada nos treinos para tirar a nhaca do cansaço e ajeitar a tática.

No departamento médico, a bruxa tá solta mas já tá quase indo embora:

  • Kevin Malthus: Segue de molho (esse tá “fuleiro”).

  • Luizinho e Flávio Ramos: Estão na transição física, quase prontos pro crime.

  • Os que voltaram de empréstimo: O extrema Gabryel Freitas (tava no Prudentópolis) e o goleiro Felipe (tava no Toledo) voltaram da Série Prata do Paranaense e já tão no bolo de novo.

Olho na tabela e no retrospecto

O Cascavel tá bonito na foto, líder isolado do Grupo A15 com 14 pontos. O São Luiz tá ali na rabeira do G4, em 5º lugar com 11 pontos, vindo de uma derrota pro Santa Catarina.

Na história, os dois times já se peitaram três vezes. Teve vitória da Serpente em 2022 e dois empates em 0 a 0 daqueles de dar sono (inclusive um nesta temporada, lá no RS). Mas jogando no Olímpico, com o apoio da torcida que não para de “muncunhar”, a expectativa é de jogo bom.

Quem apita a encrenca: O homem do apito vem de longe, é o Victor Lucas Pereira Silva (GO), auxiliado pelos paranaenses Luis Henrique Amadori e Leandro Glugoski.

Então já sabe, né? Separa o mate, ajeita o casaco (porque vai que esfria do nada) e partiu Olímpico empurrar a Serpente!

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