Mesmo com recorde de passageiros, tarifa de embarque continua mais barata que a dos “vizinhos famosos”
Foto: Secom

Enquanto muita coisa anda decolando no preço pelo Brasil, o Aeroporto Regional de Cascavel resolveu fazer diferente: crescer lá em cima, mas manter o valor mais comportado aqui embaixo. Em 2025, o terminal bateu recorde histórico com mais de 469 mil passageiros — e mesmo assim segue com tarifa de embarque mais barata que aeroportos do mesmo porte.

A partir de nova atualização, o valor passa a ser de R$ 45. Pode não parecer uma revolução, mas, quando comparado a cidades como Maringá, Londrina, Navegantes e Chapecó — onde o embarque já encosta nos R$ 60 —, dá até aquela sensação rara de “ufa, sobrou troco”.

O crescimento do aeroporto impressiona: foram mais de 60 mil passageiros a mais em relação ao ano anterior, quase 15% de aumento. Em outras palavras, mais gente voando, mais malas rodando na esteira e mais despedidas dramáticas no portão de embarque.

E não para por aí. Além da tarifa de embarque, também haverá ajustes nos valores de pouso e estadia — mas esses ficam para as companhias aéreas resolverem, provavelmente com aquele sorriso discreto de quem vai repassar a conta depois.

Segundo a administração, os recursos ajudam a manter o funcionamento do aeroporto, que vem se consolidando como peça importante na malha aérea regional. Traduzindo: alguém precisa pagar a conta para o avião continuar subindo.

No fim das contas, Cascavel segue voando alto no número de passageiros, mas com um diferencial curioso: por aqui, pelo menos por enquanto, o voo ainda não começa com susto no bolso.

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