Frio chegando e vírus fazendo hora extra: Paraná entra na temporada oficial do “nariz escorrendo”
Com alerta para doenças respiratórias, autoridades pedem vacina e a população promete pensar “depois”

Com a chegada do frio, o Paraná entra naquele período clássico em que o guarda-roupa ganha casaco… e o organismo ganha vírus de brinde. Dados da Fundação Oswaldo Cruz apontam risco moderado a alto para aumento das Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG), especialmente nas regiões Sul e Sudeste.
A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná alerta que o crescimento dos casos é esperado, afinal, nada une mais as pessoas do que um ambiente fechado e um espirro mal direcionado. Influenza, Covid-19 e o famoso VSR seguem circulando como se fosse temporada promocional.
Apesar do cenário, os números de 2026 ainda estão abaixo do ano passado, com 4.052 casos e 170 mortes. Mesmo assim, o recado é claro: o frio não perdoa, principalmente idosos, que seguem liderando as estatísticas, sem querer participar desse ranking, é claro.
A solução? Vacinação. Sim, aquela mesma que muita gente adia com a clássica frase “vou ver isso depois”. O Estado já distribuiu milhões de doses e mantém centenas de salas de vacinação abertas, esperando aquele momento raro em que a população decide agir antes da tosse virar manchete.
Enquanto isso, seguem as recomendações básicas: lavar as mãos, evitar aglomeração e cobrir a boca ao tossir. Atitudes simples que, curiosamente, ainda parecem novidade para muita gente.
No fim das contas, o inverno nem chegou com tudo, mas os vírus já estão aquecendo. E, como sempre, a prevenção continua sendo a melhor estratégia, embora nem sempre a mais popular.



