Serpente domina, mas quem morde é o Cianorte, que ainda leva os três pontos na bagagem
Foto: Divulgação

O Cascavel Clube Recreativo finalmente conheceu o lado amargo da Série D neste domingo (26). Jogando no Estádio Olímpico Regional, com moral de invicto e sonhando em colar no líder Joinville Esporte Clube, a equipe fez o que todo torcedor adora: jogou bem… e perdeu.

Desde o início, o Cascavel pressionou, criou chances, rondou a área e basicamente fez um curso intensivo de “como não fazer gol”. Enquanto isso, o goleiro do Cianorte Futebol Clube virou uma espécie de parede azul, ou, dependendo do ponto de vista, o grande vilão da tarde.

Aí veio o roteiro clássico do futebol: quem não faz… assiste. Em uma das raras visitas ao ataque, o Cianorte foi lá, sem cerimônia, e resolveu. Robinho recebeu, olhou, escolheu o canto e marcou. Simples assim. Uma aula prática de eficiência para quem ainda estava calibrando a mira.

O histórico, aliás, segue aquele velho amigo inconveniente: em 17 confrontos, o Cianorte já venceu oito vezes, contra apenas três do Cascavel. Ou seja, tem time que já entra em campo com “vantagem emocional” no currículo.

Mesmo com a derrota, o Cascavel segue na vice-liderança com sete pontos — o que, convenhamos, não é ruim, mas também não era o plano do domingo. O Joinville agradece e segue líder com dez. O Cianorte sobe, sorri e encosta.

Agora, a Serpente vai até Santa Catarina encarar justamente o líder. A boa notícia? Dá pra recuperar. A má? Vai precisar, dessa vez, acertar o gol — detalhe que fez toda a diferença neste capítulo.

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