Depois de um vídeo com voz de robô dar as caras na convenção, o Supremo deu um prazo bem curtinho pro ex-presidente explicar essa ‘vina’ de inteligência artificial ou encarar a bronca sozinho

Pense numa confusão de rachar a cabeça, bicho! O ministro Alexandre de Moraes olhou pra aquele vídeo de IA exibido na convenção do PL e falou: “Calma lá, piá! Que conversinha é essa?”. Agora, a defesa do ex-presidente tem escassas 48 horas pra explicar se o homem deu o aval para usarem sua imagem e voz no pronunciamento pro filho, ou se foi tudo uma gambiarra da pesada do próprio partido.

O negócio tá mais enrolado que perna de sapo. A matemática da encrenca é simples, veja só:

  • Se ele autorizou: Furou a Prisão Domiciliar Humanitária e o benefício vai pro telhado ligeirinho, correndo o risco de ter que voltar pro regime fechado.

  • Se ele não autorizou: A bomba cai inteirinha no colo do Flávio Bolsonaro e da diretoria do PL, que podem tomar um gancho pesado da Justiça Eleitoral por causa de deepfake, correndo risco direto de inelegibilidade.

Moraes fez questão de desenhar no papel que lei não é folha de penal de escola pra rabiscar o que quer: quem tá com os direitos suspensos não pode sair fazendo manifestação político-eleitoral — nem de carne e osso, nem por meio de robô, nem por intermédio dos outros.

Agora tá lá a turma do PL, mais perdida que cego em tiroteio na Rua das Flores, sem saber se veste a japona pra enfrentar o frio do Supremo ou se toma um leite quente pra desacelerar o coração. Vamos esperar as próximas 48 horas pra ver se a piazada desata esse nó cego!

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